Novo Superman: O Veredito! O Filme de James Gunn é Tudo o que Esperávamos?

Analisamos a direção de James Gunn e a atuação de David Corenswet no pontapé inicial do novo DCU.

David Corenswet como o novo Superman, voando em alta velocidade em direção à câmera com uma expressão determinada, vestindo o traje azul e vermelho com o emblema 'S' no peito.

David Corenswet no papel de Superman no novo filme de James Gunn. (Imagem: Divulgação/DC Studios)

A espera acabou. Depois de meses de especulação, fotos de bastidores e um hype que poderia mover planetas, “Superman” finalmente chegou aos cinemas. A missão, no entanto, era mais complexa do que parar um meteoro em rota de colisão com a Terra: não se tratava apenas de apresentar um novo Homem de Aço, mas de dar o pontapé inicial definitivo para o novo Universo DC (DCU) sob a batuta de James Gunn. A pergunta que não quer calar é: ele conseguiu?

James Gunn, conhecido por transformar um bando de desajustados cósmicos nos amados Guardiões da Galáxia, tinha em mãos um desafio de nível kryptoniano. Ele precisava honrar o legado do maior herói de todos, ao mesmo tempo em que injetava seu estilo único de humanidade, humor e coração. E, ao que tudo indica, ele encontrou o tom perfeito. As primeiras críticas apontam que a direção de Gunn é o grande trunfo do filme. Ele consegue equilibrar a grandiosidade das cenas de ação com um desenvolvimento de personagem genuíno. É como se ele tivesse pego a epicidade de um filme de super-herói clássico e misturado com o carisma de um filme indie dos anos 80. O resultado parece ser um filme que é, acima de tudo, otimista e esperançoso, algo que muitos sentiam falta no universo DC.

Claro, um Superman só é tão bom quanto o homem por trás da capa. E David Corenswet, o ator com a hercúlea tarefa de calçar as botas de Christopher Reeve e Henry Cavill, parece entregar uma performance que vai calar os céticos. Os reviews destacam sua capacidade de encarnar a dualidade essencial do personagem: a bondade e a simplicidade de Clark Kent, do Kansas, e a presença imponente e divina do Superman. Corenswet não tenta imitar seus antecessores, mas constrói sua própria versão, que é descrita como calorosa, acessível e, quando necessário, incrivelmente poderosa. Ele é o “amigo superpoderoso” que o mundo parece estar precisando.

Mas e o filme como um todo? Ele se sustenta além das performances individuais? A resposta curta é: sim. A trama, que foca nos primeiros dias de Clark como herói em Metrópolis, é elogiada por sua coesão e foco emocional. Não é uma história de origem tradicional, mas sim a história de um jovem tentando encontrar seu lugar no mundo, enquanto lida com um poder inimaginável. O elenco de apoio, incluindo Rachel Brosnahan como uma Lois Lane vibrante e Nicholas Hoult como um Lex Luthor complexo e maquiavélico, também recebe elogios, criando um universo rico e crível ao redor do protagonista.

No fim das contas, “Superman” parece ser o filme que o DCU precisava. Não é uma reinvenção sombria ou uma desconstrução cínica do herói. Pelo contrário, é uma celebração do que o Superman representa: a verdade, a justiça e a esperança de um amanhã melhor. James Gunn e David Corenswet não apenas entregaram um excelente filme de super-herói, mas também reacenderam a chama da esperança para o futuro da DC nos cinemas. E isso, por si só, já é um feito heroico. 🚀

E você, o que achou das primeiras críticas? A empolgação para ver o novo Homem de Aço em ação só aumentou?

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